O São Paulo contratou uma perícia para comprovar saques irregulares de mais de R$ 200 mil de suas contas pela empresa FGoal Marketing e Eventos. A perícia foi anexada a uma briga judicial onde a FGoal alega autorização verbal da diretoria anterior, enquanto o clube refuta a falta de previsão contratual e autorização para os pagamentos. A empresa se defende alegando que os valores eram para pagamento de funcionários e que a rescisão foi por motivos políticos.
Um grupo de conselheiros do São Paulo FC solicitou a expulsão de Antônio Donizete Gonçalves, conhecido como Dedé, ex-diretor social do clube. A representação aponta supostas irregularidades na gestão do departamento social e condutas lesivas aos interesses institucionais, ligadas a uma antiga fornecedora do estádio.
A Justiça de São Paulo multou a empresa FGoal Marketing e Eventos por litigância de má-fé em um processo contra o São Paulo Futebol Clube. A FGoal, fornecedora de alimentos e bebidas do Morumbi durante a gestão de Julio Casares, cobrou R$ 5 milhões em uma ação, desistiu dela para redistribuir o caso com valor menor e repetiu pedidos já rejeitados. O São Paulo rescindiu o contrato alegando movimentações indevidas em suas contas, enquanto a empresa nega e alega autorização verbal da diretoria anterior.
O São Paulo obteve uma vitória judicial contra a FGoal, empresa que fornecia alimentos e bebidas no Morumbis. A FGoal foi condenada a pagar uma indenização de R$ 792 mil ao clube por movimentações indevidas em máquinas de pagamento. O contrato com a FGoal foi rescindido e o São Paulo já anunciou uma nova fornecedora.
A Justiça anulou uma liminar que impedia o São Paulo de retirar equipamentos da FGoal do Morumbis. A decisão redistribuiu o processo e levanta questionamentos sobre a conduta da empresa. O clube paulista, agora com respaldo jurídico, pode prosseguir com a retirada dos materiais.
Uma disputa judicial entre o São Paulo e a FGoal Eventos e Marketing, empresa responsável pela operação de alimentos e bebidas no MorumBIS, resultou em uma liminar que impede a retirada de estruturas da FGoal no estádio. A empresa alega que o clube violou o aviso prévio de 120 dias ao rescindir o contrato, que estava previsto para durar até 2029. O São Paulo, por sua vez, afirma que a rescisão ocorreu por identificação de movimentações financeiras suspeitas e buscará reverter a decisão judicial para prosseguir com a troca para a nova empresa, GSH.
A Justiça determinou que o São Paulo não retire estruturas da FGoal do Morumbis, atendendo a um pedido da empresa de alimentação. O clube tentou remover os materiais após o fim do prazo de desocupação, alegando irregularidades contratuais. A FGoal, por sua vez, busca o cumprimento do aviso prévio e indenização.
O São Paulo rescindiu unilateralmente o contrato com a fornecedora de alimentos e bebidas FGoal no Morumbis, alegando movimentações financeiras suspeitas. Em seu lugar, o clube firmou um acordo de cinco anos com a GSH, que estreia no próximo sábado. A FGoal contestou a decisão judicialmente, mas posteriormente desistiu da ação.
A empresa FGoal retirou uma ação judicial milionária contra o São Paulo após a rescisão de um contrato de fornecimento de alimentos e bebidas no Morumbis. A FGoal alegava prejuízos de R$ 5,19 milhões e motivou política, enquanto o clube argumentou saques indevidos. A Justiça negou um pedido liminar da empresa, que posteriormente desistiu da causa.
A Justiça de São Paulo negou um pedido liminar da FGoal Marketing Eventos, fornecedora do São Paulo durante a gestão de Julio Casares, para suspender a rescisão unilateral do contrato feita pela nova diretoria. A empresa foi alvo de alertas jurídicos internos e a decisão judicial aguarda apuração dos fatos.
A gestão do ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, concedeu exclusividade para exploração de alimentos e bebidas no Morumbi à empresa FGoal Marketing e Eventos, apesar de alertas do departamento jurídico sobre a falta de experiência e lastro financeiro da companhia. O contrato foi posteriormente rescindido pelo clube após a identificação de saques não autorizados, levando a FGoal a processar o São Paulo por R$ 5 milhões.