A Fórmula 1 confirmou que as corridas no Catar e em Abu Dhabi serão mantidas apesar da instabilidade no Oriente Médio, conforme mensagem enviada às equipes. A categoria orientou os times a não se manifestarem publicamente sobre a guerra no Irã e mantém um plano de contingência com corrida em Ímola, na Itália. Kimi Antonelli, da Mercedes, já garantiu o título de pilotos com quatro corridas restantes na temporada.
A ausência de Cristiano Ronaldo no jogo do Al-Nassr contra o Pakhtakor pela Liga dos Campeões da Ásia levantou questionamentos sobre a segurança das competições na região, em meio a ataques de mísseis e drones contra a Arábia Saudita. O artigo explica as medidas adotadas, como alertas da Defesa Civil saudita, adiamentos de partidas e monitoramento de riscos por federações nacionais. Também aborda as dúvidas sobre a realização da Copa da Ásia de 2027 na Arábia Saudita.
A Yamaha anunciou que não participará do Grande Prêmio do Qatar de MotoGP, marcado para 8 de novembro, alegando a situação de tensão militar no Oriente Médio e as restrições de viagens em vigor na empresa. Com isso, os pilotos Fabio Quartararo, Álex Rins, Jack Miller e Raul Fernández ficam fora da etapa. A MotoGP se disse decepcionada com a decisão, citou implicações contratuais e afirmou que eventuais consequências esportivas serão administradas pela FIM.
O governo britânico atualizou as recomendações de viagem para o Catar e os Emirados Árabes Unidos, aumentando as dúvidas sobre a realização das duas últimas etapas da Fórmula 1 no Oriente Médio. Em caso de cancelamento, Kimi Antonelli poderia confirmar o título mundial antes do GP do México, já que a vantagem sobre George Russell e Lewis Hamilton ficaria praticamente inalcançável. Até o momento, a F1 mantém o calendário original e ainda não se pronunciou sobre o alerta.
Kimi Antonelli pode conquistar seu primeiro título mundial da Fórmula 1 já no Grande Prêmio dos Estados Unidos, dependendo de combinações específicas de resultados em Austin. O artigo detalha os cenários matemáticos do calendário original e uma alternativa caso a guerra no Oriente Médio provoque o cancelamento dos GPs do Catar e de Abu Dhabi, o que tornaria a situação ainda mais favorável ao piloto da Mercedes.
A 16ª etapa do Mundial de Fórmula 1, nomeada como Grande Prêmio do Bahrein, será disputada no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia, a cerca de 6 mil km do país que dá nome à corrida. A mudança ocorreu por causa da guerra no Oriente Médio, que também motivou o adiamento da etapa e o cancelamento do GP da Arábia Saudita. A prova manterá o nome original GP Gulf Air Bahrein e seguirá sendo financiada pelo governo do Bahrein.
Lewis Hamilton, piloto da Ferrari, avaliou que encerrar a temporada 2026 da Fórmula 1 em Ímola não seria ideal devido às baixas temperaturas do inverno europeu e à dificuldade de ultrapassagens no circuito. O heptacampeão defendeu a manutenção das provas do Catar e de Abu Dhabi no calendário, apesar das tensões no Oriente Médio, e afirmou confiar na decisão do CEO da F1, Stefano Domenicali. As declarações foram dadas na semana do GP do Azerbaijão, que ocorre excepcionalmente no sábado.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) está avaliando opções para o calendário da Fórmula 1 em 2026, considerando a possibilidade de realizar o GP da Turquia ainda neste ano. A intenção é realocar etapas canceladas no Oriente Médio devido a conflitos, mas a logística e a segurança são fatores determinantes.
O técnico do Iraque, Graham Arnold, expressou preocupação com os efeitos do conflito no Oriente Médio na preparação da equipe para a Copa do Mundo de 2026. Ele revelou a existência de planos de contingência ('A, B e C') para lidar com a instabilidade regional, incluindo a possibilidade de proibir redes sociais para os jogadores. A situação geopolítica afeta diretamente o planejamento da seleção, desde o local de treinamento até a logística para reencontrar os atletas.
Mísseis supostamente disparados por forças iranianas caíram no mar de Tel Aviv, Israel, perto de surfistas que estavam na água. Apesar do susto e do alarme, a maioria dos praticantes de surfe optou por continuar na sessão. O incidente ocorre em meio à escalada da guerra no Oriente Médio.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, que ocorreriam em abril de 2026. A decisão foi tomada devido à escalada do conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos/Israel e Irã. Com isso, o calendário da temporada fica com 22 corridas, e as etapas não serão substituídas.
O zagueiro Gabriel Vareta, ex-jogador do Palmeiras, relata a tensão vivida em Dubai devido ao conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã. Ele descreve ouvir bombardeios e aviões passando, mas mantém uma rotina normal enquanto aguarda orientações. Ataques iranianos causaram o adiamento de uma partida de seu clube, o Al Wasl, na Liga dos Campeões da Ásia.
O meia-atacante Claudinho, do Al Sadd do Qatar, deixou o país alegando questões pessoais. Sua saída ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, após ataques entre EUA, Israel e Irã. O clube catari confirmou a saída e busca o retorno do jogador.
A seleção feminina da Espanha adiou sua viagem para a Turquia devido a preocupações com a guerra no Oriente Médio. Um míssil iraniano interceptado no espaço aéreo turco gerou apreensão, levando a Real Federação Espanhola de Futebol a tomar a decisão por precaução. A Uefa será consultada sobre a realização do jogo contra a Ucrânia.
O dia do Santos foi marcado pela incerteza em relação ao retorno de Lucas Veríssimo, impedido de viajar ao Brasil devido à guerra no Oriente Médio. Enquanto isso, a equipe aguarda definições sobre outros assuntos, como a possível chegada de Neymar à Kings League, que pode influenciar o tom das notícias sobre o clube.
A guerra no Oriente Médio pode forçar jogadores brasileiros a deixar a região, abrindo oportunidades para clubes brasileiros repatriá-los. A reportagem lista sete jogadores atuando em países árabes que poderiam ser alvos, considerando seus desempenhos e situações contratuais.
A esposa do zagueiro Lucas Veríssimo, recém-contratado pelo Santos, relatou nas redes sociais as dificuldades enfrentadas pela família para deixar o Catar e retornar ao Brasil. O jogador está em Dubai e impossibilitado de viajar devido ao fechamento do espaço aéreo na região, provocado por conflitos no Oriente Médio. O Santos acertou a contratação do atleta por cerca de 4 milhões de euros.
Por Cisco Nobre, Iaco Lopes e Mário Aguiar em 2026-03-04
O artigo relata a tensão e o medo vivenciados por jogadores de futebol brasileiros que atuam no Oriente Médio em decorrência do conflito na região. Jogadores como Breno Calixto, no Kuwait, descrevem noites de sirenes e explosões, com a paralisação do futebol e planos de retorno ao Brasil. Yuri Mathias, nos Emirados Árabes, relata uma rotina mais calma, mas com incertezas.
Um jogo de tênis no Challenger 50 de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi interrompido e cancelado devido a explosões nas proximidades, forçando os tenistas Daniil Ostapenkov e Hayato Matsuoka a fugirem da quadra. O conflito no Oriente Médio também impactou o ATP 500 de Dubai, impedindo a saída de tenistas como Daniil Medvedev e Andrey Rublev, com potenciais reflexos no torneio de Indian Wells.
A Fórmula 1 e a FIA estão monitorando de perto os desdobramentos do ataque do Irã ao Oriente Médio, que já gerou cancelamento de testes no Bahrein e impacta a logística para o GP da Austrália. Organizações esportivas buscam garantir a segurança e estabilidade dos eventos, com planos de contingência para possíveis alterações no calendário.